É daqueles filmes que provam que, muito mais do que efeitos especiais, o que vale no cinema é uma boa história, um bom roteiro. "Piratas do Vale do Silício" conta a história do início da revolução digital, com enfoque nos dois maiores expoentes desse nicho: Apple, de Steve Jobs e Microsoft, de Bill Gates. É notável que a produção contou com baixo orçamento. O filme foi feito para a TV. Mas isso não importa.
De uma maneira fácil, "Piratas do Vale do Silício" situa o espectador no contexto onde nasceu o que controla nossa vida hoje. Contextualizados com a gênese, é mais fácil de entendermos o mundo atual.
Mais do que gênios da informática ou empresários brilhantes, Jobs e Gates eram visionários. A grande virada de ambos foi perceber que tudo estava prestes a mudar. Preparados, conseguiram criar os impérios de hoje. Como Bill Gates define na película, "é preciso criar uma necessidade para o seu produto". Ele, como poucos, conseguiu.
O lugar está maravilhoso. Amplo e com conteúdo. Pra quem gosta de livros e música, como eu, ali é um paraíso. Ou um inferno, pois os preços são meio salgados e acabamos passando vontade. Mas vale a pena. Fiquei uma hora ouvindo CD's e dando uma lidinha em alguns livros. Posteriormente, acompanhei o lançamento do livro do Reali Jr. O lugar ficou cheio de figurões e gente famosa. Eu e meu moleton cinza nos sentimos deslocados.
Mas há luz no fim do túnel. Sendo mais específico, há luz em um ponto perto de Cotia, cidade próxima de São Paulo. Ali, no meio de lugar nenhum, encontra-se um dos maiores templos budistas da América Latina. O 


